“Eu ponho as duas mãos no fogo por ele.”Fernando Haddad, prefeito eleito de São Paulo pelo PT, a respeito de Lula
Esse blog tem por finalidade principal conscientizar a sociedade para a transparência e seriedade no serviço público, além de fiscalizar o atual governo de Parauapebas, ineficaz e corrupto ao extremo. Pedimos a colaboração de todos para fazermos com que nosso prefeito e alguns secretários sigam o mesmo caminho de Jáder Barbalho, com uma diferença, que aqui os ladrões dos cofres públicos sejam presos, algemados, processados, condenados e o erário seja ressarcido. CERTO Ministério Público?
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
PREFEITO DE SÃO PAULO CORRE O RISCO DE FICAR MANETA.
FRASE DO DIA
domingo, 30 de dezembro de 2012
NOS ESTADOS UNIDOS A CRISE COMEÇOU ASSIM, "CRÉDITO FÁCIL".
Atualizado: 30/12/2012 02:06 | Por estadao.com.br
UM CALOTE DE R$ 44 BILHÕES
A técnica em enfermagem Wedna Bispo, 31 anos, ganha R$ 1,2 mil por mês e até outro dia devia quase R$ 34 mil na praça. Não consegue lembrar tudo que comprou, mas estava pendurada na loja de material de construção, em dois cartões de crédito, no banco e na faculdade. Estica prazo daqui, renegocia dali, agora só falta discutir R$ 2,6 mil com o curso de enfermagem. "Minhas dívidas viraram uma bola de neve. Se você não controla, só se lasca." Wedna admite ter se perdido nas compras, mas hoje percebe que o descontrole não foi só dela: num dos cartões de crédito, a administradora lhe deu limite para gastar R$ 1,2 mil por mês - exatamente o valor de seu salário.
Wedna é uma típica brasileira da nova classe média enrolada na armadilha do crédito fácil. Como ela, milhões de pessoas atraídas pela oferta de crédito abundante nos bancos se atiraram às compras em 2009, 2010 e no início de 2011. Este ano, a conta chegou. Para muitos, foi como acordar de um surto coletivo de embriaguez: as doses de crédito a mais desaguaram num calote total de R$ 44,2 bilhões em bancos, financeiras e no cartão de crédito. Para comparar, em 2010, a inadimplência total era de R$ 23,7 bilhões, quase a metade de hoje. As contas foram feitas pela economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
O reflexo do aumento da inadimplência e do maior comprometimento da renda das famílias com dívidas foi além do balanço dos bancos e respingou em setores da economia real. Depois do avanço de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, o País patinou e cresceu 2,7% em 2011 e deve avançar apenas 1% este ano. Para os especialistas, o impacto pode persistir até 2014.
A ressaca só não é maior porque muitos inadimplentes renegociaram dívidas para limpar o nome. Foram pelo menos 15 milhões de pessoas apenas nos mutirões organizados - em escala recorde - por duas empresas de serviços financeiros, a Serasa Experian e a Boa Vista Serviços. "Tivemos uma bolha de crédito para o consumo. E a bolha sempre estoura com a inadimplência", diz José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados.
Segundo várias avaliações, a maior parte dos inadimplentes são famílias emergentes que melhoraram de vida nos últimos anos e migraram da base para o miolo da pirâmide social. Parte dessa massa de 40 milhões de pessoas está tateando o mercado de crédito e acabou se perdendo no uso do cheque especial, do cartão de crédito e do financiamento sem entrada com parcelas a serem pagas em cinco anos ou mais.
O Instituto GEOC, que reúne 17 empresas de cobrança de dívidas, captou uma mudança significativa no perfil dos inadimplentes. Cinco anos atrás, o principal motivo para deixar de pagar a prestação era a perda do emprego. "Hoje o consumidor está empregado e o motivo é que tomou mais crédito do que podia", diz Jair Lantaller, presidente do instituto. Estudo do Ibope e da Serasa Experian, encomendado pelo GEOC, mostra que 87% dos inadimplentes e 69% de quem está com os pagamentos em dia chegam ao fim do mês sem dinheiro. "O brasileiro está cada vez mais endividado", confirma Lantaller.
Exageros. Passada a euforia, apareceram os exageros do festival de empréstimos. Não foram só os consumidores que erraram nas contas. Os bancos estavam entusiasmados com a nova classe média e emprestaram sem muito critério. O governo, empolgado com o aumento da renda da população, colocou os bancos federais para inundar a praça com crédito e alavancar a economia.
O gerente de uma grande concessionária Volkswagen de São Paulo conta que há cerca de dois anos, na disputa pela classe C, os bancos pagavam comissões às concessionárias e aos vendedores de 5% a 10% do valor financiado - prática depois proibida pelo Banco Central. "O crédito era automático. Se o nome não estava sujo, era aprovado", diz o gerente. "Na época, por exemplo, tinha muito camelô comprando carro bom e, como não tinha comprovação de renda, o banco pedia só o extrato bancário."
Um dos sinais mais marcantes dessa fase de exageros só apareceu mais tarde, na forma de um indicador que o mercado não costumava prestar atenção: de repente, os bancos descobriram que muitos dos que compraram carros em parcelas a perder de vista não pagaram sequer a primeira prestação. No Banco Votorantim, um dos líderes no financiamento de veículos, de 4% a 5% dos clientes deram calote já na primeira parcela entre 2010 e 2011. É o dobro dos 2% que o mercado costuma aceitar como índice máximo desse tipo de inadimplência.
Para piorar, o sistema de checagem dos clientes era limitado. Os bancos não tinham acesso aos dados sobre o comprometimento total da renda do comprador. Até abril deste ano, o Sistema de Informações de Créditos (SCR), do BC, só informava dívidas individualizadas acima de R$ 5 mil. Mesmo que o tomador tivesse vários contratos abaixo desse valor, não era identificado pelo sistema. Assim, a loja vendia um carro sem saber que a renda do cliente já estava comprometida em outras compras.
Hoje, dentro do governo, já há quem reconheça - com a condição de permanecer no anonimato - que houve exageros nas concessões de empréstimos em 2010. "Os bancos emprestavam sem entrada e por prazo superior à vida útil do bem. Se não tivéssemos atuado, o ajuste seria traumático", afirma uma fonte do BC, lembrando que a autoridade monetária tomou uma série de medidas no fim daquele ano para frear o crédito.
Os bancos são pragmáticos e encaram a inadimplência por outro ângulo: é o preço pago para transformar em clientes 36,2 milhões de pessoas que abriram conta em banco entre 2002 e 2011. "Os bancos não erraram, foi o preço que tivemos de pagar pela bancarização", diz um alto executivo de uma das maiores instituições financeiras do País. "Fomos compelidos pelas circunstâncias a essa velocidade."
Política de consumo. O estímulo à popularização do crédito e o incentivo às compras foram produtos de uma política de crescimento baseada no consumo. Começou com o governo Lula, na crise de 2008, e foi reforçada com as reduções temporárias de impostos para a compra de carros, eletrodomésticos e material de construção. O governo mandou seus bancos de varejo, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, abrirem os cofres para financiar o consumo. Em abril de 2009, o então presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, foi demitido porque demorou a cumprir a ordem do ex-presidente Lula.
No esforço de guerra para ampliar o crédito, o BB comprou quase metade do Banco Votorantim, da família Ermírio de Moraes. A Caixa comprou o Panamericano, mas essa estratégia deu errado porque o banco, que na época pertencia ao apresentador Silvio Santos, estava quebrado. Com a movimentação das instituições estatais, a banca privada sentiu-se pressionada a segui-las para não perder mercado.
Além da pressão de Brasília, as instituições privadas sofreram outro tipo de influência para turbinar a oferta de crédito. Na visão dos investidores, havia uma demanda por crédito reprimida no País e os bancos que se lançassem agressivamente na conquista desses consumidores ganhariam mais mercado. Foi com a promessa de abocanhar parte desse crescimento que o Santander levantou mais de R$ 14 bilhões com a abertura de seu capital no Brasil, em 2009. A operação foi, na época, a maior do tipo já realizada no País.
O caso do banco Votorantim foi exemplar. Na visão do mercado, o banco pisou forte demais no acelerador depois que o BB tornou-se sócio e passou a usá-lo como linha auxiliar na política oficial de estímulo ao consumo. Experiente no ramo de carros usados, o Votorantim passou a atuar também com veículos novos, segmento no qual a competição é maior. Como resultado, sua fatia no financiamento total de veículos saltou de 12% para 21% entre 2008 e 2011.
A onda de calotes, que envolveu todo o sistema financeiro, pegou forte no Votorantim. De janeiro a setembro, a instituição registrou prejuízo de R$ 1,6 bilhão ante lucro de R$ 455 milhões no mesmo período de 2011. Desde o fim do ano passado, o banco passa por um processo de reestruturação. "Os impactos ainda são relevantes, mas os números estão melhorando e o pior ficou para trás", diz o presidente do Votorantim, João Teixeira, que assumiu o cargo em setembro de 2011 para colocar a casa em ordem.
Para analistas, a ressaca da onda de calotes deve se estender até meados do ano que vem, em algumas instituições até 2014. "Em 2012, os bancos foram mais criteriosos e a turma ruim (de maus pagadores) está indo embora", diz Décio Carbonari, presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). "A água limpa que está entrando no lamaçal é pouca, por isso a inadimplência vai demorar a cair", afirma Luiz Rabi, assessor da Serasa Experian. /MÁRCIA DE CHIARA, CLEIDE SILVA, RAQUEL LANDIM, MELINA COSTA E DAVID FRIEDLANDER
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O POPULISMO DO PT MANDOU ABRIR OS COFRES, INDO DE ENCONTRO ÀS REGRAS ECONÔMICAS, HOJE E DAQUÍ À MAIS ALGUNS ANOS QUEM PAGARÁ A CONTA SEREMOS NÓS, BRASILEIROS QUE PROCURAM ANDAR NA LINHA E NÃO ABUSARAM PARA PODER MANTER UM STATUS INEXISTENTE.
NOS ESTADOS UNIDOS, O INÍCIO DA CRISE SE DEU NA MESMA FORMA HOJE VERIFICADA NO BRASIL, MUITA FACILIDADE DE CRÉDITO, CAUSANDO QUEBRADEIRA NO SITEMA FINANCEIRO E HABITACIONAL, O QUE GEROU SITUAÇÕES TRÁGICAS DE FAMÍLIAS TEREM QUE IR MORAR NA RUA POR PERDEREM TUDO QUE TINHAM PARA OS BANCOS.
Wedna é uma típica brasileira da nova classe média enrolada na armadilha do crédito fácil. Como ela, milhões de pessoas atraídas pela oferta de crédito abundante nos bancos se atiraram às compras em 2009, 2010 e no início de 2011. Este ano, a conta chegou. Para muitos, foi como acordar de um surto coletivo de embriaguez: as doses de crédito a mais desaguaram num calote total de R$ 44,2 bilhões em bancos, financeiras e no cartão de crédito. Para comparar, em 2010, a inadimplência total era de R$ 23,7 bilhões, quase a metade de hoje. As contas foram feitas pela economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
O reflexo do aumento da inadimplência e do maior comprometimento da renda das famílias com dívidas foi além do balanço dos bancos e respingou em setores da economia real. Depois do avanço de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, o País patinou e cresceu 2,7% em 2011 e deve avançar apenas 1% este ano. Para os especialistas, o impacto pode persistir até 2014.
A ressaca só não é maior porque muitos inadimplentes renegociaram dívidas para limpar o nome. Foram pelo menos 15 milhões de pessoas apenas nos mutirões organizados - em escala recorde - por duas empresas de serviços financeiros, a Serasa Experian e a Boa Vista Serviços. "Tivemos uma bolha de crédito para o consumo. E a bolha sempre estoura com a inadimplência", diz José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados.
Segundo várias avaliações, a maior parte dos inadimplentes são famílias emergentes que melhoraram de vida nos últimos anos e migraram da base para o miolo da pirâmide social. Parte dessa massa de 40 milhões de pessoas está tateando o mercado de crédito e acabou se perdendo no uso do cheque especial, do cartão de crédito e do financiamento sem entrada com parcelas a serem pagas em cinco anos ou mais.
O Instituto GEOC, que reúne 17 empresas de cobrança de dívidas, captou uma mudança significativa no perfil dos inadimplentes. Cinco anos atrás, o principal motivo para deixar de pagar a prestação era a perda do emprego. "Hoje o consumidor está empregado e o motivo é que tomou mais crédito do que podia", diz Jair Lantaller, presidente do instituto. Estudo do Ibope e da Serasa Experian, encomendado pelo GEOC, mostra que 87% dos inadimplentes e 69% de quem está com os pagamentos em dia chegam ao fim do mês sem dinheiro. "O brasileiro está cada vez mais endividado", confirma Lantaller.
Exageros. Passada a euforia, apareceram os exageros do festival de empréstimos. Não foram só os consumidores que erraram nas contas. Os bancos estavam entusiasmados com a nova classe média e emprestaram sem muito critério. O governo, empolgado com o aumento da renda da população, colocou os bancos federais para inundar a praça com crédito e alavancar a economia.
O gerente de uma grande concessionária Volkswagen de São Paulo conta que há cerca de dois anos, na disputa pela classe C, os bancos pagavam comissões às concessionárias e aos vendedores de 5% a 10% do valor financiado - prática depois proibida pelo Banco Central. "O crédito era automático. Se o nome não estava sujo, era aprovado", diz o gerente. "Na época, por exemplo, tinha muito camelô comprando carro bom e, como não tinha comprovação de renda, o banco pedia só o extrato bancário."
Um dos sinais mais marcantes dessa fase de exageros só apareceu mais tarde, na forma de um indicador que o mercado não costumava prestar atenção: de repente, os bancos descobriram que muitos dos que compraram carros em parcelas a perder de vista não pagaram sequer a primeira prestação. No Banco Votorantim, um dos líderes no financiamento de veículos, de 4% a 5% dos clientes deram calote já na primeira parcela entre 2010 e 2011. É o dobro dos 2% que o mercado costuma aceitar como índice máximo desse tipo de inadimplência.
Para piorar, o sistema de checagem dos clientes era limitado. Os bancos não tinham acesso aos dados sobre o comprometimento total da renda do comprador. Até abril deste ano, o Sistema de Informações de Créditos (SCR), do BC, só informava dívidas individualizadas acima de R$ 5 mil. Mesmo que o tomador tivesse vários contratos abaixo desse valor, não era identificado pelo sistema. Assim, a loja vendia um carro sem saber que a renda do cliente já estava comprometida em outras compras.
Hoje, dentro do governo, já há quem reconheça - com a condição de permanecer no anonimato - que houve exageros nas concessões de empréstimos em 2010. "Os bancos emprestavam sem entrada e por prazo superior à vida útil do bem. Se não tivéssemos atuado, o ajuste seria traumático", afirma uma fonte do BC, lembrando que a autoridade monetária tomou uma série de medidas no fim daquele ano para frear o crédito.
Os bancos são pragmáticos e encaram a inadimplência por outro ângulo: é o preço pago para transformar em clientes 36,2 milhões de pessoas que abriram conta em banco entre 2002 e 2011. "Os bancos não erraram, foi o preço que tivemos de pagar pela bancarização", diz um alto executivo de uma das maiores instituições financeiras do País. "Fomos compelidos pelas circunstâncias a essa velocidade."
Política de consumo. O estímulo à popularização do crédito e o incentivo às compras foram produtos de uma política de crescimento baseada no consumo. Começou com o governo Lula, na crise de 2008, e foi reforçada com as reduções temporárias de impostos para a compra de carros, eletrodomésticos e material de construção. O governo mandou seus bancos de varejo, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, abrirem os cofres para financiar o consumo. Em abril de 2009, o então presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, foi demitido porque demorou a cumprir a ordem do ex-presidente Lula.
No esforço de guerra para ampliar o crédito, o BB comprou quase metade do Banco Votorantim, da família Ermírio de Moraes. A Caixa comprou o Panamericano, mas essa estratégia deu errado porque o banco, que na época pertencia ao apresentador Silvio Santos, estava quebrado. Com a movimentação das instituições estatais, a banca privada sentiu-se pressionada a segui-las para não perder mercado.
Além da pressão de Brasília, as instituições privadas sofreram outro tipo de influência para turbinar a oferta de crédito. Na visão dos investidores, havia uma demanda por crédito reprimida no País e os bancos que se lançassem agressivamente na conquista desses consumidores ganhariam mais mercado. Foi com a promessa de abocanhar parte desse crescimento que o Santander levantou mais de R$ 14 bilhões com a abertura de seu capital no Brasil, em 2009. A operação foi, na época, a maior do tipo já realizada no País.
O caso do banco Votorantim foi exemplar. Na visão do mercado, o banco pisou forte demais no acelerador depois que o BB tornou-se sócio e passou a usá-lo como linha auxiliar na política oficial de estímulo ao consumo. Experiente no ramo de carros usados, o Votorantim passou a atuar também com veículos novos, segmento no qual a competição é maior. Como resultado, sua fatia no financiamento total de veículos saltou de 12% para 21% entre 2008 e 2011.
A onda de calotes, que envolveu todo o sistema financeiro, pegou forte no Votorantim. De janeiro a setembro, a instituição registrou prejuízo de R$ 1,6 bilhão ante lucro de R$ 455 milhões no mesmo período de 2011. Desde o fim do ano passado, o banco passa por um processo de reestruturação. "Os impactos ainda são relevantes, mas os números estão melhorando e o pior ficou para trás", diz o presidente do Votorantim, João Teixeira, que assumiu o cargo em setembro de 2011 para colocar a casa em ordem.
Para analistas, a ressaca da onda de calotes deve se estender até meados do ano que vem, em algumas instituições até 2014. "Em 2012, os bancos foram mais criteriosos e a turma ruim (de maus pagadores) está indo embora", diz Décio Carbonari, presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). "A água limpa que está entrando no lamaçal é pouca, por isso a inadimplência vai demorar a cair", afirma Luiz Rabi, assessor da Serasa Experian. /MÁRCIA DE CHIARA, CLEIDE SILVA, RAQUEL LANDIM, MELINA COSTA E DAVID FRIEDLANDER
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O POPULISMO DO PT MANDOU ABRIR OS COFRES, INDO DE ENCONTRO ÀS REGRAS ECONÔMICAS, HOJE E DAQUÍ À MAIS ALGUNS ANOS QUEM PAGARÁ A CONTA SEREMOS NÓS, BRASILEIROS QUE PROCURAM ANDAR NA LINHA E NÃO ABUSARAM PARA PODER MANTER UM STATUS INEXISTENTE.
NOS ESTADOS UNIDOS, O INÍCIO DA CRISE SE DEU NA MESMA FORMA HOJE VERIFICADA NO BRASIL, MUITA FACILIDADE DE CRÉDITO, CAUSANDO QUEBRADEIRA NO SITEMA FINANCEIRO E HABITACIONAL, O QUE GEROU SITUAÇÕES TRÁGICAS DE FAMÍLIAS TEREM QUE IR MORAR NA RUA POR PERDEREM TUDO QUE TINHAM PARA OS BANCOS.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
OLHA AÍ "DILMA" O HOMEM QUE DENUNCIOU A ROUBALHEIRA NO GOVERNO DARCÍ!
Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 26/12/2012 14:08
Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, é eleito o 4° melhor CEO do mundo
SÃO PAULO - O ex-presidente da Vale (VALE3; VALE5) Roger
Agnelli foi escolhido pela "Harvard Business Review" e o Insead como o 4° melhor
CEO (Chief Executive Officer) do mundo - único brasileiro entre os dez primeiros
da lista, que é liderada pelo ex-CEO da Apple Steve Jobs e o presidente da
Amazon, Jeffrey Bezos.
Outros nove brasileiros que fazem parte do top 100 do ranking
são: o ex-CEO da Embraer (EMBR3) Maurício Novis Botelho, em 11° lugar no mundo,
o presidente da CCR (CCRO3), Renato Alves Vale, que figura na 24ª posição, o CEO
da Cemig (CMIG4) Djalma Bastos de Morais (26ª), o presidente da Tractebel
(TBLE3) Manoel Arlindo Zaroni Torres (29ª), o presidente da CSN (CSNA3) Benjamin
Steinbruch (61ª), presidente da Lojas Americanas (LAME4) Miguel Gomes Pereira
Sarmiento Gutierrez (63ª), o CEO da Ambev (AMBV4) João de Castro Neves (70ª) e o
presidente da Ultrapar (UGPA3) Pedro Wongtschowski (75°).
O ranking usa dados como o aumento no valor de mercado da
empresa durante a presidência dos executivos e o retorno aos acionistas em
comparação com outras companhias no mesmo país ou na mesma indústria, além de
indicativos de desempenho como vendas, lucro ou índice de inovação.
Em sua segunda edição, o estudo inclui este ano mais CEOs - de
quase dois mil em 2010 para 3.143 em 2012 - e buscou empresas em mais
países.
O estudo também busca analisar todo o tempo passado por um
presidente no comando da empresa, o que explica que muitos dos nomes sejam
profissionais que já foram substituídos. Além disso, o ranking utiliza dados até
2010 para melhor avaliação dos impactos da presidência do executivo na empresa,
razão pela qual Tim Cook, que substituiu Jobs em 2011, não foi incluído na
amostra.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
RETRATO FALADO DO GOVERNO DARCI.
Enviado por Ricardo Noblat - Política
Sermão do Bom Ladrão, por Pe. Antonio Vieira
(...) O que eu posso acrescentar pela experiência que tenho é que não só do Cabo da Boa Esperança para lá, mas também da parte de aquém, se usa igualmente a mesma conjugação.
Conjugam por todos os modos o verbo rapio, não falando em outros novos e esquisitos, que não conhecem Donato nem Despautério (a).
Tanto que lá chegam começam a furtar pelo modo indicativo, porque a primeira informação que pedem aos práticos, é que lhes apontem e mostrem os caminhos por onde podem abarcar tudo.
Furtam pelo modo imperativo, porque, como têm o misto e mero império, todo ele aplicam despoticamente às execuções da rapina.
Furtam pelo modo mandativo, porque aceitam quanto lhes mandam; e para que mandem todos, os que não mandam não são aceitos.
Furtam pelo modo optativo, porque desejam quanto lhes parece bem; e gabando as coisas desejadas aos donos delas por cortesia, sem vontade as fazem suas.
Furtam pelo modo conjuntivo, porque ajuntam o seu pouco cabedal com o daqueles que manejam muito; e basta só que ajuntem a sua graça, para serem, quando menos, meeiros na ganância.
Furtam pelo modo permissivo, porque permitem que outros furtem, e estes compram as permissões.
Furtam pelo modo infinito, porque não tem fim o furtar com o fim do governo, e sempre lá deixam raízes, em que se vão continuando os furtos.
Estes mesmos modos conjugam por todas as pessoas; porque a primeira pessoa do verbo é a sua, as segundas os seus criados e as terceiras quantas para isso têm indústria e consciência.
Furtam juntamente por todos os tempos, porque o presente (que é o seu tempo) colhem quanto dá de si o triênio; e para incluírem no presente o pretérito e o futuro, de pretérito desenterram crimes, de que vendem perdões e dívidas esquecidas, de que as pagam inteiramente; e do futuro empenham as rendas, e antecipam os contratos, com que tudo o caído e não caído lhes vem a cair nas mãos.
Finalmente nos mesmos tempos não lhes escapam os imperfeitos, perfeitos, plusquam perfeitos, e quaisquer outros, porque furtam, furtavam, furtaram, furtariam e haveriam de furtar mais, se mais houvesse.
Em suma, o resumo de toda esta rapante conjugação vem a ser o supino do mesmo verbo: a furtar, para furtar.
E quando eles têm conjugado assim toda a voz ativa, e as miseráveis províncias suportado toda a passiva, eles, como se tiveram feito grandes serviços, tornam carregados e ricos: e elas ficam roubadas e consumidas...
Assim se tiram da Índia quinhentos mil cruzados, da Angola, duzentos, do Brasil, trezentos, e até do pobre Maranhão, mais do que vale todo ele.
Padre Antonio Vieira, sacerdote jesuíta, professor de retórica, pregador, confessor, embaixador e escritor português. Trecho do Sermão do Bom Ladrão, escrito em 1655. Proferido na Igreja da Misericórdia de Lisboa (Conceição Velha), perante D. João IV e sua corte. O retrato que apresenta o autor é de Cândido Portinari.
sábado, 15 de dezembro de 2012
Carta aberta do Povo de Parauapebas ao Professor Darci
Darci, o que fizestes comigo não se faz ao pior dos inimigos, fostes até o último grau na arte do enganar, mentir, prejudicar, subornar, matar, menosprezar e outras mais.
Confiei cegamente em ti
em 2004, pois vinha sofrendo muito nas mãos de uma senhora que se dizia o suprassumo
da inteligência, hoje vemos que toda aquela alardeada inteligência o era para
um único fim, desviar recursos públicos em proveito próprio, para ela e para um
seleto grupo que enganava os incautos, assim como os descobridores o fizeram
com os índios que aqui habitavam, jogando mimos e restos, que para quem não tem
nada, para alguma coisa deve servir.
Engrossastes o coro dos
descontentes àquela época, não dando a menor possibilidade que outro viesse
usurpar tua cadeira na, literalmente falando, “latrina do poder”, aquele prédio
horrendo da Rua C, onde hoje se constrói a Sede do Judiciário Trabalhista.
Fostes o ungido da vez,
porém, não fizestes por merecer o benefício alcançado, pois governastes para os
ricos, ou seja, os que estavam ao teu
lado e já eram ricos, muito mais o ficaram, os que eram remediados, hoje posam
de ricos, e bote rico nisso, os que nada tinham ou pouco admitiam ter, são
prósperos “cidadãos”, com bons negócios, casas
hollyoodianas, Pick ups do ano e suas cabecinhas de gado em pasto
próprio.
Ao terminares o teu
segundo mandato, pois fostes agraciado com uma segunda chance em 2008, não
pelos teus belos olhos verdes, mas pela falta de pudor da tua ex adversa, hoje sabemos, em jogo de
cartas marcadas, foges de mim (povo) como o diabo foge da Cruz, porém, não
penses que vais usufruir da tua riqueza de mim usurpada, pois buscarei todos os
meios legais de me ver ressarcido, tanto de ti como de teus asseclas, de todos
os recursos desviados da merenda de meus filhos, da segurança e saúde de minha
família, muitos morreram no HMP por falta de assistência, das melhores
condições, de um modo geral, de meus parentes e amigos.
Àqueles que morreram
sem alcançar todos os benefícios que uma prefeitura rica como a nossa pode
proporcionar aos seus, eu juro, vou buscar forças onde elas estiverem, se
difícil de encontra-las, vou garimpa-las, para que os seus parentes, amigos e
herdeiros possam usufruir das riquezas de nossa querida Parauapebas, tão mau e
porcamente administrada nesses últimos 16 anos.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Marcos Valério terá a mesma sorte de PC Farias!
Atualizado: 11/12/2012 09:42 | Por FELIPE RECONDO, FAUSTO MACEDO E ALANA RIZZO, estadao.com.br
PT teria pedido R$ 6 milhões para Santo André
O PT teria pedido ao operador do mensalão, Marcos Valério, R$ 6 milhões para que o empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André (SP), parasse de chantagear o ex-presidente Lula, o então secretário da Presidência Gilberto Carvalho e o ex-ministro José Dirceu. Por trás das ameaças estaria a morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), executado em janeiro de 2002.
A polícia concluiu que o petista foi vítima de "criminosos comuns", mas o Ministério Público sustenta que ele foi eliminado a mando do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, porque decidiu dar um basta em amplo esquema de corrupção em sua administração depois que constatou que o dinheiro desviado não abastecia exclusivamente o caixa 2 do PT, mas estava sendo usado para enriquecimento de algumas pessoas.
As informações de Valério foram dadas em depoimento ao Ministério Público Federal. Ele afirmou que se recusou a interferir neste caso. Mas contou que Lula foi ajudado por José Carlos Bumlai, que tinha livre acesso no Palácio do Planalto no governo Lula. Amigo pessoal do ex-presidente, de quem é anfitrião frequentemente em sua fazenda em Mato Grosso do Sul, Bumlai é um dos maiores pecuaristas do País. O dinheiro teria vindo de um empréstimo firmado por Bumlai no Banco Schahin, grafado erroneamente como Chain no depoimento prestado por Valério.
O relato que Valério faz é detalhado. Ele contou que foi Silvio Pereira, o Silvinho, então secretário-geral do PT, quem o procurou pedindo esta nova ajuda. O encontro foi marcado no Hotel Sofitel, em São Paulo, reduto de reuniões da cúpula do PT durante quase todo o governo Lula.
Valério contou que os dois se sentaram em uma mesa do lado de fora e que Silvinho disse que Ronan vinha chantageando Lula, Dirceu e Carvalho. E pediu a Valério o dinheiro para estancar a chantagem. Valério recusou-se a ajudar o PT neste caso. "Me inclua fora disso", limitou-se a dizer.
Silvinho insistiu, pedindo apenas que aceitasse uma conversa com Ronan. O encontro foi marcado no "Hotel Puma", na verdade Hotel Pullman, situado no Ibirapuera, em São Paulo. Teriam participado da conversa Valério, Ronan e o jornalista Breno Altman. Segundo Valério, Ronan disse que os R$ 6 milhões seriam usados para comprar 50% do jornal "Diário do Grande ABC" - conforme Valério disse ter ouvido de Silvinho.
O "Diário do Grande ABC", disse o operador do mensalão, vinha publicando seguidas matérias sobre o assassinato de Celso Daniel - Ronan é hoje proprietário do jornal. Apesar desses detalhes, Valério disse que Silvinho não lhe contou o motivo da chantagem. O operador do mensalão não especifica como Bumlai entrou nessa negociação. Mas conta que o dinheiro veio de um empréstimo contratado por Bumlai no Banco Schahin. "As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo
A polícia concluiu que o petista foi vítima de "criminosos comuns", mas o Ministério Público sustenta que ele foi eliminado a mando do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, porque decidiu dar um basta em amplo esquema de corrupção em sua administração depois que constatou que o dinheiro desviado não abastecia exclusivamente o caixa 2 do PT, mas estava sendo usado para enriquecimento de algumas pessoas.
As informações de Valério foram dadas em depoimento ao Ministério Público Federal. Ele afirmou que se recusou a interferir neste caso. Mas contou que Lula foi ajudado por José Carlos Bumlai, que tinha livre acesso no Palácio do Planalto no governo Lula. Amigo pessoal do ex-presidente, de quem é anfitrião frequentemente em sua fazenda em Mato Grosso do Sul, Bumlai é um dos maiores pecuaristas do País. O dinheiro teria vindo de um empréstimo firmado por Bumlai no Banco Schahin, grafado erroneamente como Chain no depoimento prestado por Valério.
O relato que Valério faz é detalhado. Ele contou que foi Silvio Pereira, o Silvinho, então secretário-geral do PT, quem o procurou pedindo esta nova ajuda. O encontro foi marcado no Hotel Sofitel, em São Paulo, reduto de reuniões da cúpula do PT durante quase todo o governo Lula.
Valério contou que os dois se sentaram em uma mesa do lado de fora e que Silvinho disse que Ronan vinha chantageando Lula, Dirceu e Carvalho. E pediu a Valério o dinheiro para estancar a chantagem. Valério recusou-se a ajudar o PT neste caso. "Me inclua fora disso", limitou-se a dizer.
Silvinho insistiu, pedindo apenas que aceitasse uma conversa com Ronan. O encontro foi marcado no "Hotel Puma", na verdade Hotel Pullman, situado no Ibirapuera, em São Paulo. Teriam participado da conversa Valério, Ronan e o jornalista Breno Altman. Segundo Valério, Ronan disse que os R$ 6 milhões seriam usados para comprar 50% do jornal "Diário do Grande ABC" - conforme Valério disse ter ouvido de Silvinho.
O "Diário do Grande ABC", disse o operador do mensalão, vinha publicando seguidas matérias sobre o assassinato de Celso Daniel - Ronan é hoje proprietário do jornal. Apesar desses detalhes, Valério disse que Silvinho não lhe contou o motivo da chantagem. O operador do mensalão não especifica como Bumlai entrou nessa negociação. Mas conta que o dinheiro veio de um empréstimo contratado por Bumlai no Banco Schahin. "As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo
A novela "Patrão Traido" está longe de um capítulo final!
Atualizado: 11/12/2012 02:06 | Por estadao.com.br
Lula deu 'ok' a empréstimos do mensalão e recebeu de esquema, diz Valério
Beto Barata/AE
"Freud e Lula na Granja do Torto no fim de 2002"
Valério ainda afirmou que Lula atuou a fim de obter dinheiro da Portugal Telecom para o PT. Disse que seus advogados são pagos pelo partido. Também deu detalhes de uma suposta ameaça de morte que teria recebido de Paulo Okamotto, ex-integrante do governo que hoje dirige o instituto do ex-presidente, além de ter relatado a montagem de uma suposta "blindagem" de petistas contra denúncias de corrupção em Santo André na gestão Celso Daniel. Por fim, acusou outros políticos de terem sido beneficiados pelo chamado valerioduto, entre eles o senador Humberto Costa (PT-PE).
A existência do depoimento com novas acusações do empresário mineiro foi revelada pelo Estado em 1.º de novembro. Após ser condenado pelo Supremo como o "operador" do mensalão, Valério procurou voluntariamente a Procuradoria-Geral da República. Queria, em troca do novo depoimento e de mais informações de que ainda afirma dispor , obter proteção e redução de sua pena. A oitiva ocorreu no dia 24 de setembro em Brasília - começou às 9h30 e terminou três horas e meia depois; 13 páginas foram preenchidas com as declarações do empresário, cujos detalhes eram mantidos em segredo até agora.
O Estado teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.
Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com "gastos pessoais" bem no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. Os recursos foram depositados, segundo o empresário, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, uma espécie de "faz-tudo" de Lula.
O operador do mensalão afirmou ter havido dois repasses, mas só especificou um deles, de aproximadamente R$ 100 mil. Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98.500.
Segundo o depoimento de Valério, o dinheiro tinha Lula como destinatário. Não há detalhes sobre quais seriam os "gastos pessoais" do ex-presidente.
Ainda segundo o depoimento de setembro, Lula deu o "ok" para que as empresas de Valério pegassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo concluiu o Supremo, as operações foram fraudulentas e o dinheiro, usado para comprar apoio político no Congresso no primeiro mandato do petista na Presidência.
No relato feito ao Ministério Público, Valério afirmou que no início de 2003 se reuniu com o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o tesoureiro do PT à época, Delúbio Soares, no segundo andar do Palácio do Planalto, numa sala que ele descreveu como "ampla" que servia para "reuniões" e, às vezes, "para refeições".
Ao longo dessa reunião, Dirceu teria afirmado que Delúbio, quando negociava com Valério, falava em seu nome e em nome de Lula. E acertaram, ainda segundo Valério, os empréstimos.
Nessa primeira etapa, Dirceu teria autorizado o empresário a pegar até R$ 10 milhões emprestados. Terminada a reunião, contou Valério, os três subiram por uma escada que levava ao gabinete de Lula. Lá, na presença do presidente, passaram três minutos. O empresário contou que o acerto firmado minutos antes foi relatado a Lula, que teria dito "ok".
Dias depois, Valério relatou ter procurado José Roberto Salgado, dirigente do Banco Rural, para falar do assunto. Disse nessa conversa que Dirceu, seguindo orientação de Lula, havia garantido que o empréstimo seria honrado. A operação foi feita. Valério conta no depoimento que, esgotado o limite de R$ 10 milhões, uma nova reunião foi marcada no Palácio do Planalto. Dirceu o teria autorizado a pegar mais R$ 12 milhões emprestados.
Portugal Telecom. Em outro episódio avaliado pelo STF, Lula foi novamente colocado como protagonista por Valério. Segundo o empresário, o ex-presidente negociou com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, o repasse de recursos para o PT. Segundo Valério, Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, reuniram-se com Miguel Horta no Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas.
As negociações com a Portugal Telecom estariam por trás da viagem feita em 2005 a Portugal por Valério, seu ex-advogado Rogério Tolentino, e o ex-secretário do PTB Emerson Palmieri.
Segundo o presidente do PTB, Roberto Jefferson, Dirceu havia incumbido Valério de ir a Portugal para negociar a doação de recursos da Portugal Telecom para o PT e o PTB. Essa missão e os depoimentos de Jefferson e Palmieri foram usados para comprovar o envolvimento de José Dirceu no mensalão.
domingo, 9 de dezembro de 2012
BARBARIDADE, ESTÁS F.... E MAL PAGO GURI, O QUE FIZESTES TCHÊ?
__________________________________________________________________
A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2013, SEM A COBERTURA DO MANTO DO FORO PRIVILEGIADO, O PROFESSOR ALOPRADO VAI EXPERIMENTAR NA CARNE O QUE ACONTECEU COM SEUS COMPANHEIROS NO JULGAMENTO DO MENSALÃO DO PT.
ESPERAMOS QUE NENHUMA AUTORIDADE DE RESPEITO VÁ SE OPOR À GUERRA SANTA QUE SERÁ TRAVADA COM A FINALIDADE DE REAVER OS RECURSOS DESVIADOS NA MÃO GRANDE POR DARCÍ E SEUS ASSECLAS.
O POVO DE PARAUAPEBAS VAI USUFRUIR DOS MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DOS COFRES PÚBLICOS NOS ÚLTIMOS 08 ANOS DE DESGOVERNO, QUIÇÁ 16??????
A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2013, SEM A COBERTURA DO MANTO DO FORO PRIVILEGIADO, O PROFESSOR ALOPRADO VAI EXPERIMENTAR NA CARNE O QUE ACONTECEU COM SEUS COMPANHEIROS NO JULGAMENTO DO MENSALÃO DO PT.
ESPERAMOS QUE NENHUMA AUTORIDADE DE RESPEITO VÁ SE OPOR À GUERRA SANTA QUE SERÁ TRAVADA COM A FINALIDADE DE REAVER OS RECURSOS DESVIADOS NA MÃO GRANDE POR DARCÍ E SEUS ASSECLAS.
O POVO DE PARAUAPEBAS VAI USUFRUIR DOS MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DOS COFRES PÚBLICOS NOS ÚLTIMOS 08 ANOS DE DESGOVERNO, QUIÇÁ 16??????
Mineiramente iremos vencer a corrupção, CERTO AÉCIO?
Enviado por Ricardo Noblat - Política
Merval Pereira, O Globo
Agora mesmo em Berlim, perguntado se havia se surpreendido com as revelações da operação Porto Seguro, o ex-presidente, sempre tão falante, saiu-se com uma resposta lacônica: “Não, não fui surpreendido”, que tanto pode significar que considera normal esse tipo de ação da Polícia Federal, como que sabia o que estava acontecendo na representação da Presidência em São Paulo, que ele frequentava com assiduidade.
Pelo noticiário internacional, vê-se que o combate à corrupção tem sido um dos pontos de destaque a favor do país nos últimos dias, e já não há quem, interessado pelas coisas do Brasil, não esteja devidamente informado sobre o que realmente aconteceu por aqui no primeiro governo Lula, e ainda acontece, mais uma vez dentro do círculo mais íntimo da Presidência da República.
Muito embora só reste aos petistas a tentativa de desqualificar a chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, Rosemary Noronha, o fato é que, mesmo sem qualificação, ela foi instalada em um cargo estratégico na hierarquia de poder, a ponto de ter acesso a ministros e altos dirigentes para nomeações diversas de parentes, amigos e agregados.
A corrupção também é vista como um dos entraves ao desenvolvimento brasileiro, e fator de insegurança jurídica para os investidores, pois há muitos momentos em que não se sabe se o que vale nas negociações é a letra da lei ou os arranjos pessoais com figuras pouco conhecidas do público, mas bastante conhecidas dos que sabem os caminhos mais curtos para atingir os objetivos.
Relações
As relações do PT com a imprensa são conflituosas na retórica partidária, mas não encontram eco na realidade do governo Dilma Rousseff, o que é uma das suas boas facetas.
domingo, 2 de dezembro de 2012
TODO POVO TEM O GOVERNO (corruPTo) QUE MERECE.
FRASE DO DIA
“O Lula quer.”Dilma Roussef, em 2010, ao ser avisada pelo ex-ministro da Defesa Nelson Jobim que Rubens Vieira, indiciado por corrupção na Operação Porto Seguro, não tinha qualificação para ser diretor da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)
sábado, 1 de dezembro de 2012
AS SUPOSTAS VÍTIMAS APRENDERAM A LIÇÃO.
ATUALÍSSIMO: JORGE AMADO, GRANDE BRASILEIRO, PROFETIZANDO SOBRE A CORRUPÇÃO NOS IDOS DA DÉCADA DE 1990, MUITO ANTES DO MENSALÃO.
Acho que o mais terrível foi a degradação do caráter. Em relação a duas coisas. Você teve a tortura. Em segundo lugar, a ditadura institucionalizou a corrupção. Hoje, esse mal faz parte dos costumes.
Frase de Jorge Amado, em 1992, sobre as conseqüências da ditadura no Brasil.
Acho que o mais terrível foi a degradação do caráter. Em relação a duas coisas. Você teve a tortura. Em segundo lugar, a ditadura institucionalizou a corrupção. Hoje, esse mal faz parte dos costumes.
Frase de Jorge Amado, em 1992, sobre as conseqüências da ditadura no Brasil.
SERIEDADE NO BRASIL? PRA QUÊ?
Enviado por Ricardo Noblat - Política
Advogados recusam a causa alarmados com estado emocional de Rose
Blog de Augusto Nunes
Convocado por Lula, Márcio Thomaz Bastos é o coordenador da operação montada às pressas para impedir que o ex-presidente sofra perdas e danos irreparáveis em consequência do escândalo da vez.
Cumpre ao ex-ministro da Justiça evitar que os irmãos larápios Paulo e Rubens Vieira falem o que não devem ─ e, sobretudo, impedir que Rosemary Noronha conte tudo o que sabe.
A nota divulgada por Rose, por exemplo, foi concebida pelo doutor que transformou o Ministério da Justiça em departamento jurídico dos mensaleiros e tentou, durante sete anos, livrar da cadeia a quadrilha de estimação do governo. Fracassou, informa o desfecho do processo julgado pelo Supremo Tribunal Federal. E pode naufragar outra vez nesta primavera.
Três advogados já recusaram o convite para assumir oficialmente a defesa da ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo. Preferiram ficar fora do caso depois de informados sobre o estado emocional da amiga íntima de Lula.
A temperatura da mais perigosa caixa-preta do Brasil está próxima do ponto de combustão. Não há jurista capaz de controlar incêndios decorrentes desse tipo de explosão.
FAÇO MINHAS AS SUAS PALAVRAS.
POSTADO NO "Blog do Marcel"
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Eleição do Conselho Tutelar acontece no dia 02
No próximo dia 02, acontece a eleição do Cosselho Tutelar de Parauapebas. Oito candidatos estão inscritos e serão eleitos cinco novos conselheiros para um mandato de três anos.
Para facilitar a vida do cidadão, 13 locais de votação estarão a disposição do eleitor. A posse dos novos conselheiros eleitos acontecerá no dia 18 de dezembro.
Qualquer pessoa poderá votar desde que tenha em mãos documento de identificação com foto e o título de eleitor de Parauapebas.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO, COM UMA NOITE CHEIA DE corruPTos NO MEIO.
FRASE DO DIA
“A operação-abafa de Cardozo [José Eduardo Cardoso, ministro da Justiça] retrata o pânico do PT com as revelações derivadas intimidade de Rosemary com Lula e Dirceu.”Mendes Thame (PSDB-SP), sobre a ação do ministro para evitar convocações de envolvidos na Operação Porto Seguro
EXTRA! EXTRA! MAIS UM CASO DE POLÍCIA NO GOVERNO CORRUPTO DO PROFESSOR DARCÍ!
Postado no Blog "Sol do Carajás"
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Parauapebas:
Darci manda Saaep suspender cobrança e fornecimento de água em caminhão
pipa
![]() |
Na casa do prefeito não falta água e ele com certeza não paga R$ 97,10 ao carro pipa |
Inacerditável que Parauapebas depois de
8 anos do governo petista, chefiado por Darci Lermen, ainda tenha vários bairros
sem água encanada, onde moradores que vivem com renda mínima, que são
benficiários dos programas sociais do governo federal, tenham que desembolsar
R$ 97,10 por um caminhão pipa com 10 mil litros d'água, ou seja, o governo
federal do PT dá com uma mão e o governo municipal do PT toma com a
outra.
Mas o prefeito resolveu acabar com o
problema dos moradores e suspendeu a cobrança dos R$ 97,10. O problema é que
ele, o prefeito, também mandou suspender o fornecimento d'água. Crianças e
famílias pobres que se virem e que comprem água de outro modo, como se não fosse
obrigação da prefeitura fornecer.
O problema central, como confessou o
SERGEL, aos berro d'água, é que os proprietários dos carros pipas não tem mais
nenhuma garantia de recebimento dos serviços prestados, já que o candidato do
prefeito DARCI-PT perdeu a eleição.
A situação é grave, mas esperar o quê
de um governo corrupto que foi premiado pela inércia do Ministério Público,
governo que a esta altura deve está cuidando apenas de apagar vestígios de seus
8 anos de desmandos.
Ainda ganham Selo da Unicef, deve ser
para zombar do povo de Parauapebas, mas considerando que o presidente dos
Estados Unidos ganhou o "nobel da paz", até que o "Selo da Unicef" não deve ter
sido muito difícil para o Darci, só lembrar que BEL foi prefeita criança da
Abrinq, ou seja, o dinheiro do povo de Parauapebas serve pra muita coisa, mas
água nas torneiras que é bom, só Deus sabe!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
SÓ FALTA O LULA LÁ!
Atualizado: 28/11/2012 19:48 | Por Eduardo Bresciani, estadao.com.br
Ex-presidente da Câmara é condenado pelo STF a mais de 9 anos de prisão
JF Diorio/AE
"Deputado João Paulo Cunha cumprirá pena em regime fechado"
João Paulo foi condenado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. A pena mais alta foi para o crime de peculato, de 3 anos e 4 meses de prisão. Nos outros dois crimes, as penas foram de 3 anos de prisão para cada um. As multas aplicadas chegam a R$ 360 mil.
A fixação da pena por lavagem de dinheiro provocou amplo debate no tribunal e novos embates entre o relator, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski. Houve ainda embate de Barbosa com Marco Aurélio Mello. A polêmica aconteceu porque a condenação foi realizada por 6 votos a 5. Um dos que condenou, o ministro Carlos Ayres Britto não deixou seu voto fixando a pena e o advogado de João Paulo, Alberto Toron, afirmou que não haveria o quórum de seis votos para deliberar sobre a pena a ser fixada.
Barbosa refutou a tentativa da defesa de imediato. Lewandowski e Marco Aurélio, porém, entenderam que o plenário devia se manifestar sobre o tema. O relator e presidente irritou-se e lembrou que a questão já tinha sido levantada na semana passada pela defesa de outro réu e derrotada. Marco Aurélio afirmou que o caso era diferente porque no anterior a decisão pela condenação tinha sido tomada por 6 votos a 4.
O ministro Lewandowski afirmou que a questão tinha de ser resolvida em plenário, por sua experiência na Corte. "Não é a experiência de Vossa Excelência que comanda o plenário", rebateu Barbosa. Lewandowski afirmou que a praxe é de não se tomar decisões monocraticamente pelo presidente. O relator lembrou que no próprio julgamento do mensalão, o ministro Ayres Britto tinha agido desta forma. Lewandowski afirmou que a referida situação "causou espécie na comunidade jurídica". O decano do STF, Celso de Mello, interrompeu dizendo que o presidente, pelo regimento, pode, sim, responder monocraticamente, mas sugeriu que os outros fossem ouvidos.
Barbosa afirmou que insistiu para que Ayres Britto deixasse voto sobre a questão da dosimetria, mas não foi atendido. Diante da insistência dos ministros, ele concordou em submeter a questão aos ministros. "Já que o tribunal insiste em deliberar sobre essa questão da situação esdrúxula da condenação sem fixação de pena, eu submeto", disse o relator. Por fim, sua posição prevaleceu, com o tribunal entendendo que a condenação estava decidida e que os cinco ministros que votaram pela condenação poderiam fixar a pena. Alguns ainda lembraram que a pena proposta por Barbosa foi de 3 anos, a mínima para lavagem de dinheiro. Com isso, Britto não teria como ter proposta nada mais benéfico ao réu.
Vencedor, o relator aproveitou para ironizar o ministro Marco Aurélio Mello, um dos que mais defendeu a votação sobre a questão de ordem. "Adoro a objetividade, detesto a perda de tempo".
O BRASIL NO RUMO CERTO!
Atualizado: 28/11/2012 16:01 | Por Eduardo Bresciani, estadao.com.br
Barbosa diz que pena dada a Valdemar é 'absurdo dos absurdos'
BRASÍLIA - O relator do processo do mensalão e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, chamou de "absurdo dos absurdos" a pena de 2 anos e 6 meses aplicada pelo tribunal ao deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) pelo crime de corrupção passiva. Com pena final de 7 anos e 10 meses, o parlamentar escapou por apenas dois meses de iniciar o cumprimento de pena em regime fechado. Após a manifestação do relator, os ministros ficaram de voltar ao tema após concluir a dosimetria dos outros réus.
O protesto de Barbosa foi pela decisão do tribunal de aplicar a lei antiga para os crimes de corrupção passiva que tenham se iniciado antes de 12 de novembro de 2003. A lei que trata da prática foi alterada aumentando de 1 para 2 anos a pena mínima e de 8 para 12 anos a pena máxima. No julgamento de Valdemar e outros parlamentares, porém, a maioria dos ministros entendeu que deveria ser aplicada a regra mais benéfica ao réu.
Para Barbosa, a escolha foi errada porque os recebimentos realizados já na vigência da nova lei também fazem parte do crime e isso deveria levar a pena mais alta. Citando diretamente Valdemar, ele defendeu a aplicação de uma pena mais alta.
"Se considerarmos que a pena é aquela da solicitação e não do recebimento, teríamos que afirmar que, quando o réu Valdemar Costa Neto recebeu propina de R$ 1,5 milhão por meio de Delúbio Soares em agosto de 2004 desconhecia que a pena era aquela estabelecida quase um ano antes pelo Congresso", disse. "É um absurdo dos absurdos", concluiu Barbosa citando a pena de 2 anos e 6 meses.
A manifestação do relator fez com que um debate sobre o tema se iniciasse no plenário. A ministra Rosa Weber afirmou que o tribunal deveria debater o tema. Outros magistrados manifestaram-se nessa mesma direção. O revisor, Ricardo Lewandowski, chegou a dizer que a matéria estava vencida e que uma nova discussão teria de abrir espaço para manutenção do Ministério Público e da defesa dos réus. O ministro Gilmar Mendes interrompeu: "Nós já dissemos que podemos fazer correção até o final". Barbosa suspendeu o debate, que deverá ser retomada apenas ao final da dosimetria de todos os condenados.
O protesto de Barbosa foi pela decisão do tribunal de aplicar a lei antiga para os crimes de corrupção passiva que tenham se iniciado antes de 12 de novembro de 2003. A lei que trata da prática foi alterada aumentando de 1 para 2 anos a pena mínima e de 8 para 12 anos a pena máxima. No julgamento de Valdemar e outros parlamentares, porém, a maioria dos ministros entendeu que deveria ser aplicada a regra mais benéfica ao réu.
Para Barbosa, a escolha foi errada porque os recebimentos realizados já na vigência da nova lei também fazem parte do crime e isso deveria levar a pena mais alta. Citando diretamente Valdemar, ele defendeu a aplicação de uma pena mais alta.
"Se considerarmos que a pena é aquela da solicitação e não do recebimento, teríamos que afirmar que, quando o réu Valdemar Costa Neto recebeu propina de R$ 1,5 milhão por meio de Delúbio Soares em agosto de 2004 desconhecia que a pena era aquela estabelecida quase um ano antes pelo Congresso", disse. "É um absurdo dos absurdos", concluiu Barbosa citando a pena de 2 anos e 6 meses.
A manifestação do relator fez com que um debate sobre o tema se iniciasse no plenário. A ministra Rosa Weber afirmou que o tribunal deveria debater o tema. Outros magistrados manifestaram-se nessa mesma direção. O revisor, Ricardo Lewandowski, chegou a dizer que a matéria estava vencida e que uma nova discussão teria de abrir espaço para manutenção do Ministério Público e da defesa dos réus. O ministro Gilmar Mendes interrompeu: "Nós já dissemos que podemos fazer correção até o final". Barbosa suspendeu o debate, que deverá ser retomada apenas ao final da dosimetria de todos os condenados.
UM VENTO DE ESPERANÇA!
Atualizado: 28/11/2012 02:02 | Por FELIPE RECONDO, estadao.com.br
Barbosa estreia no CNJ pedindo investigações
BRASÍLIA - Na primeira sessão no comando do Conselho Nacional de Justiça, o ministro Joaquim Barbosa indicou ser favorável às investigações patrimoniais abertas contra magistrados suspeitos de irregularidades e afirmou que a Justiça Militar dos Estados poderia ser extinta. São duas manifestações que o aproximam das bandeiras defendidas pela ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon, com quem ele se reuniu ontem à tarde para discutir a situação do CNJ.
As investigações patrimoniais abertas por Eliana geraram uma crise entre ela e o então presidente do CNJ, Cezar Peluso. As apurações estavam paradas em razão de pedidos de vista do conselheiro Tourinho Neto. Ontem, quando o caso voltou a ser discutido, o conselheiro Silvio Rocha defendeu a anulação de todas as investigações, pois o sigilo dos magistrados teria sido quebrado pela corregedoria sem autorização judicial.
A discussão não avançou, pois houve novo pedido de vista. Mas Barbosa indicou que apoiará as investigações abertas contra magistrados cujos patrimônios são incompatíveis com seus salários.
Militar. Na sessão de ontem, Barbosa enfrentou outra polêmica: os tribunais militares de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A produtividade dos tribunais e o volume de recursos despendidos anualmente levaram o ministro a dizer que esses tribunais poderiam ser extintos. "Uma justiça que poderia muito bem ser absorvida pela justiça comum, porque não há qualquer necessidade de sua existência."
Os dados do CNJ mostram que o orçamento dos tribunais militares estaduais supera R$ 96,4 milhões, enquanto o número de processos é de 6.087. Em MG, mesmo com orçamento de R$ 31 milhões e com média de 322 processos por ano por magistrado, dois juízes são processados por negligência por deixarem prescrever 274 processos criminais somente em 2010.
As investigações patrimoniais abertas por Eliana geraram uma crise entre ela e o então presidente do CNJ, Cezar Peluso. As apurações estavam paradas em razão de pedidos de vista do conselheiro Tourinho Neto. Ontem, quando o caso voltou a ser discutido, o conselheiro Silvio Rocha defendeu a anulação de todas as investigações, pois o sigilo dos magistrados teria sido quebrado pela corregedoria sem autorização judicial.
A discussão não avançou, pois houve novo pedido de vista. Mas Barbosa indicou que apoiará as investigações abertas contra magistrados cujos patrimônios são incompatíveis com seus salários.
Militar. Na sessão de ontem, Barbosa enfrentou outra polêmica: os tribunais militares de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A produtividade dos tribunais e o volume de recursos despendidos anualmente levaram o ministro a dizer que esses tribunais poderiam ser extintos. "Uma justiça que poderia muito bem ser absorvida pela justiça comum, porque não há qualquer necessidade de sua existência."
Os dados do CNJ mostram que o orçamento dos tribunais militares estaduais supera R$ 96,4 milhões, enquanto o número de processos é de 6.087. Em MG, mesmo com orçamento de R$ 31 milhões e com média de 322 processos por ano por magistrado, dois juízes são processados por negligência por deixarem prescrever 274 processos criminais somente em 2010.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
NÃO SEI!
A coerência de Lula.
Não é com ele.
Pode-se acusar Lula de tudo, menos de incoerência.
Não é com ele.
Pode-se acusar Lula de tudo, menos de incoerência.
Em 2005, no auge do escândalo do mensalão, Lula disse publicamente: - Eu me sinto traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento.
Hoje, em meio às revelações do caso Rosemary, manda essa: - Eu me sinto apunhalado pelas costas.
O negócio do LULA é tirar o corpo fora.
Se bem que, no caso do mensalão, anos depois o discurso mudou: o escândalo seria uma invenção da imprensa.
Será que, mais à frente, defenderá Rosemary também?
Por Lauro Jardim
_________________________________________
LULA, DIFERENTEMENTE DE MALUF, SEMPRE DÍZ: NÃO SEI!
MALUF AFIRMA, NÃO TENHO CONTA NO EXTERIOR! ESSE DINHEIRO NÃO É MEU! E AINDA REGISTRA SUAS DECLARAÇÕES EM CARTÓRIO.
PERGUNTEM AO LULA QUANTAS CABEÇAS DE GADO ELE TEM NO PASTO, SERÁ QUE NÃO SABE, NESSA NÓS PODEMOS ACREDITAR, POR SEREM TANTOS MILHARES, ATÉ PARA O LULA É DIFÍCIL DE SE CONTAR. ENTÃO ELE VEM COM ESSA: NÃO SEI CONTAR!
SE DEPENDER DO PT, A CORRUPÇÃO AINDA VAI LONGE!
Enviado por Ricardo Noblat - Política
Julgamento como sinal do fim da impunidade? Menos! Menos!
Marina Bertucci Ferreira
A sessão de hoje, provavelmente a penúltima dedicada à dosimetria das penas dos condenados pelo esquema do Mensalão, discutiu as punições dos deputados que receberam do Partido dos Trabalhadores dinheiro para que votassem de acordo com os interesses do governo.
As penas de hoje foram bem mais brandas do que as atribuídas aos núcleos considerados essenciais para a operacionalização do esquema.
Valdemar Costa Neto, deputado pelo PR, teve sua pena definida em 7 anos e 10 meses, que será cumprida em regime inicial semiaberto. Mal foi “resolvida” a questão do parlamentar no esquema do Mensalão, porém, já se vê seu nome associado a um novo escândalo.
A Operação Porto Seguro, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira, desarticulou uma quadrilha que atuava junto a agências reguladoras em busca de benefícios a empresas privadas, como o trâmite acelerado de processos administrativos ou a confecção de notas técnicas sob medida.
A Polícia Federal apurou 1.169 ligações supostamente feitas pelo grupo criminoso a um telefone do PR, partido de Costa Neto, bem como comunicações diretas que teriam sido feitas entre um dos chefes da quadrilha e o deputado, em 2010 e 2011.
Mensalão ou venda de pareceres, vemos que a corrupção é endêmica no Brasil e, como tal, será difícil de ser erradicada. Especialmente porque vivemos sob uma ordem em que não há problema em se dar um “jeitinho”, ou beneficiar interesses privados sobre o interesse público.
Apesar da onda de otimismo gerada por esse julgamento que se encontra agora no final, visto por muitos como um possível ponto final na impunidade daqueles que incorrem em práticas corruptas, a verdade é que ainda é cedo para dizer que as condenações aqui vistas servirão de exemplo àqueles que pretendem cometer crimes semelhantes.
Os resultados das últimas eleições, ao menos, já demonstraram que a população, como um geral, não se deixou levar pelo que tem sido veiculado por todas as mídias desde o mês de agosto a respeito do Mensalão.
Aliás, mesmo em relação ao julgamento, apesar das condenações e penas praticamente todas definidas, ainda há algum tempo, entre acórdãos, embargos e mandados, para que vejamos se, e como, serão cumpridas as determinações do STF.
Combinando os resultados das últimas eleições aos escândalos que aparecem a todo o momento, é um pouco difícil ter essa noção de que a corrupção no Brasil está perto de acabar. E a conivência da população com tudo o que acontece não melhora em nada o cenário.
Assim como a corrupção, apesar da falsa impressão, o julgamento do Mensalão ainda está longe de efetivamente acabar.
O BOM HOMEM QUE O PT TENTA CANONIZAR!
Enviado por Ricardo Noblat - Política
Indiciado
pela PF foi nomeado para o MEC por DirceuJúlia Duailib, Estadão
O diretor afastado da ANA (Agência Nacional de Águas) Paulo Rodrigues Vieira, indiciado na Operação Porto Seguro, foi nomeado assessor especial de Controle Interno do Ministério da Educação em fevereiro de 2005 pelo então ministro da Casa Civil José Dirceu (foto abaixo).
Além da proximidade com Rosemary Nóvoa de Noronha, então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo e ex-secretária de Dirceu no PT, Vieira tinha relação direta com o petista.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
DEUS É BRASILEIRO! RESPONDAM: O QUE TERIA SIDO DE NÓS SE ESSE GOVERNO CORRUPTO TIVESSE ASSUMIDO LOGO APÓS O COLLOR?
Atualizado: 26/11/2012 02:09 | Por MARCELO REHDER, estadao.com.br
País tem pior crescimento desde Collor
A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC).
Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%.
Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento - hoje baseada no aumento do consumo - passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.
"Esses resultados ruins não serão salvos com políticas pontuais, como a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos automóveis, que ajudou muito o resultado do terceiro trimestre, que esperamos ser de 0,9% na margem (comparação com o anterior)", afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados. "Mesmo com um quarto trimestre ainda melhor (1,1%), o resultado será de 1,3% no ano", ressalta.
Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar os números do PIB referentes ao terceiro trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê crescimento de 1,2% na comparação com o segundo trimestre.
Para o ex-diretor do Banco Central, Carlos Thadeu de Freitas, hoje presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), a economia não deslancha mais por problema de oferta do que de demanda. Ele argumenta que tanto a demanda não está fraca que a inflação está acima do centro da meta, de 4,5%.
"Precisamos de uma mini- agenda de crescimento que comece por desindexar o salário mínimo", defende. A proposta é polêmica e enfrenta forte resistência dos sindicatos, mas ele argumenta que é preciso baixar o custo unitário do trabalho no Brasil, "que está muito alto".
"Esse custo é pressionado para cima pela política do salário mínimo, que todo ano tem um aumento real de valor", diz o presidente da CNC.
As medidas tomadas recentemente pelo governo ainda não tiveram impacto no aumento da produtividade das empresas, diz o empresário José Ricardo Roriz Coelho, diretor do departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
"O governo, em algumas coisas, andou numa velocidade que chegou a impressionar", afirma Roriz Coelho. "Só que a queda da Selic (a taxa básica de juros da economia), por exemplo, ainda não pegou o spread bancário e as empresas continuam pagando taxas de 30% ao ano", cita.
O empresário reconhece que a queda da taxa de juros, a melhora do câmbio e a desoneração da folha de pagamentos de 40 setores industriais vão ter impacto positivo no futuro. "Mas isso não acontece de uma hora para a outra, sem contar que pegou as empresas descapitalizadas, sem capacidade de investir e numa situação em que a produtividade está muito baixa."
Para ele, se o atual modelo de crescimento não mudar "o mais rápido possível" para um modelo baseado em investimento, em 2013 vai ocorrer o mesmo que hoje. "O consumo cresce, mas quem captura o aumento do poder de compra do brasileiro são os produtos importados."
Sérgio Vale, da MB, vai além. "Em 2013, junto à continuidade de falta de reformas, e com a tendência de o governo interferir ainda mais nas decisões privadas, fica difícil imaginar uma recuperação significativa."
Para piorar, no começo do ano, o País poderá sentir os efeitos do chamado abismo fiscal americano. O problema se refere ao fim de incentivos fiscais implementados há quase dez anos pela administração de George Bush e ao início de cortes automáticos no orçamento em programas sociais e militares a partir de janeiro de 2013. O valor a ser retirado da economia chega a US$ 607 bilhões, caso não haja acordo entre o governo Obama e o Congresso do país.
"A diferença é que o impacto negativo em 2013 já é esperado, ao contrário do ano passado", pontua Vale. "Mas o fato é que isso joga o crescimento mundial para baixo e reforça perspectivas negativas para Europa e China. Com isso, o cenário externo continua ruim e o doméstico, sem grande melhora. Assim fica difícil imaginar crescimento expressivo para o Brasil", diz Vale.
Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%.
Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento - hoje baseada no aumento do consumo - passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.
"Esses resultados ruins não serão salvos com políticas pontuais, como a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos automóveis, que ajudou muito o resultado do terceiro trimestre, que esperamos ser de 0,9% na margem (comparação com o anterior)", afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados. "Mesmo com um quarto trimestre ainda melhor (1,1%), o resultado será de 1,3% no ano", ressalta.
Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar os números do PIB referentes ao terceiro trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê crescimento de 1,2% na comparação com o segundo trimestre.
Para o ex-diretor do Banco Central, Carlos Thadeu de Freitas, hoje presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), a economia não deslancha mais por problema de oferta do que de demanda. Ele argumenta que tanto a demanda não está fraca que a inflação está acima do centro da meta, de 4,5%.
"Precisamos de uma mini- agenda de crescimento que comece por desindexar o salário mínimo", defende. A proposta é polêmica e enfrenta forte resistência dos sindicatos, mas ele argumenta que é preciso baixar o custo unitário do trabalho no Brasil, "que está muito alto".
"Esse custo é pressionado para cima pela política do salário mínimo, que todo ano tem um aumento real de valor", diz o presidente da CNC.
As medidas tomadas recentemente pelo governo ainda não tiveram impacto no aumento da produtividade das empresas, diz o empresário José Ricardo Roriz Coelho, diretor do departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
"O governo, em algumas coisas, andou numa velocidade que chegou a impressionar", afirma Roriz Coelho. "Só que a queda da Selic (a taxa básica de juros da economia), por exemplo, ainda não pegou o spread bancário e as empresas continuam pagando taxas de 30% ao ano", cita.
O empresário reconhece que a queda da taxa de juros, a melhora do câmbio e a desoneração da folha de pagamentos de 40 setores industriais vão ter impacto positivo no futuro. "Mas isso não acontece de uma hora para a outra, sem contar que pegou as empresas descapitalizadas, sem capacidade de investir e numa situação em que a produtividade está muito baixa."
Para ele, se o atual modelo de crescimento não mudar "o mais rápido possível" para um modelo baseado em investimento, em 2013 vai ocorrer o mesmo que hoje. "O consumo cresce, mas quem captura o aumento do poder de compra do brasileiro são os produtos importados."
Sérgio Vale, da MB, vai além. "Em 2013, junto à continuidade de falta de reformas, e com a tendência de o governo interferir ainda mais nas decisões privadas, fica difícil imaginar uma recuperação significativa."
Para piorar, no começo do ano, o País poderá sentir os efeitos do chamado abismo fiscal americano. O problema se refere ao fim de incentivos fiscais implementados há quase dez anos pela administração de George Bush e ao início de cortes automáticos no orçamento em programas sociais e militares a partir de janeiro de 2013. O valor a ser retirado da economia chega a US$ 607 bilhões, caso não haja acordo entre o governo Obama e o Congresso do país.
"A diferença é que o impacto negativo em 2013 já é esperado, ao contrário do ano passado", pontua Vale. "Mas o fato é que isso joga o crescimento mundial para baixo e reforça perspectivas negativas para Europa e China. Com isso, o cenário externo continua ruim e o doméstico, sem grande melhora. Assim fica difícil imaginar crescimento expressivo para o Brasil", diz Vale.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
EU, PARTICULARMENTE, GOSTO DE GANHAR ATÉ NO PAR OU ÍMPAR!
O MANECO BISI (ex-presidente da Assembleia Paraense),certo dia, no Beto Grill, se virou para mim e disse: “Sérgio, tua maior vitória na OAB-Pará foi ter perdido aquela eleição!”.
Só depois vim a entende: Se eu tivesse ganho aquela eleição que a aliança espúria OPHIR-JARBAS-ÂNGELA elegeu o Jarbas, talvez fosse eu o envolvido nos escândalos que começavam a pipocar.
E concluí: PERDER O ACESSÓRIO MUITAS VEZES SIGNIFICA GANHAR O PRINCIPAL!
Se a AVELINA e o SERRÃO me permitirem, gostaria de lhes dirigir alguma palavras: Primeiro, ESPEREM! Depois, TENHAM CERTEZA de que os estragos que o “macaco em casa de louça” vai fazer na OAB-Pará não vai tardar.
Na verdade, VOCÊS NÃO PERDERA ESSAS ELEIÇÕES!
QUEM PERDEU FOI A MAIORIA DA CLASSE ADVOCATÍCIA no Pará.
E POR QUÊ?
Porque a, MAIORIA DOS ADVOGADOS do Pará (59, 31%), VOTOU NA OPOSIÇÃO!
REJEITOU A SITUAÇÃO!
Jarbas se reelegeu com apenas 40,69%, dos 6.050 votantes.
Nada nem próximo dos rotineiros exageros que ele usa, ao dizer que teria o dobro dos votos da oposição.
A diferença dele para a AVELINA não passou de 2,18% dos votantes. Só os votos nulos (3,5%) já elegeriam a AVELINA.
Isso com todo o abuso do poder políticos e econômico, e do uso descarado da “máquina” administrativa da OAB-Pará.
Afora as condutas vedadas que praticou abundantemente, sem contar com o DESOBEDECIMENTO DA ORDEM JUDICIAL de TOMAR EM SEPARADO OS VOTOS daqueles que regularizaram suas situações financeiras durante o período vedado de 30 (trinta) dias do defeso eleitoral.
Essas e outras numerosas NULIDADE ABSOLUTAS virão à tona, mais cedo ou mais tarde, para desfazer essa “vitória de Pirro”, tão CONTAMINADA de ilegalidades.
O contra argumento de “ganhar no tapetão” eu conheço. É usado pelos corruptos que enganam (ou compram) a boa fé dos eleitores para se elegerem. Por isso, querem, a qualquer custo, preservar o “resultado contaminado das urnas”.
Característica marcante da época dos “coronéis de barranco”, hoje repelida pela LEI DA FICHA LIMPA
A nota dissonante nesse quadro foi a participação de Eduardo Klautau, que entrou na disputa sem nenhuma chance de vitória, como anunciavam as pesquisas e como foi confirmado com o resultado, QUE SE PÔS A SERVIÇO DA SITUAÇÃO.
Uma participação divisionista, irresponsável e descompromissada com o futuro da instituição.
A história vai ser implacável contigo, Duda.
Tal como foi implacável, na eleição de ontem, − e vai ser mais ainda no futuro −, com a OPHIR JR e com a ÂNGELA SALES, autores da ALIANÇA ESPÚRIA e TRAIDORA, que resultou na eleição do Jarbas.
ESPERA!!!
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Os nós e nós.
Publicado no Facebook pela Dra Alane Araújo, Procuradora da Câmara Municipal de Parauapebas.
Quando queremos que alguma coisa fique ancorada à nossa vida, fazemos de tudo para mantê-la presa à nós. Criamos laços e os apertamos com todo nosso coração.
Os nós fazem parte de nós.
Infelizmente, nem tudo o que se apega a nós é bom e útil. Se prezamos ter laços afetivos e pedaços de memórias agarradas definitivamente à nossa pele, há aqueles nós que se apegam sem que nossa permissão seja pedida e sem que tenhamos forças para desatá-los. Esses nos acompanham e nos adoecem.
Viver com nós na garganta, que não descem e nem saem, nos deixa deficientes. Avançamos em algumas outras coisas, mas o não resolvido fica, como um espinho na carne.
Aquilo que não conseguimos engolir é o perdão que não conseguimos oferecer, é o esclarecimento que nunca nos foi dado, são os porquês nunca respondidos.
A gente caminha, mas sente que algo ficou pra trás e muitas das dores de garganta que não conseguimos curar são emoções presas das quais não soubemos nos livrar. O que fica atravessado diante de nós é o peso que carregamos por vezes por anos e anos.
O dia bendito em que conseguimos colocar em palavras e lágrimas aquilo que nos ofendeu, entrou em nós e ficou, o sol desponta no horizonte como se fosse seu primeiro dia.
Ah, Deus, se tivéssemos sempre a coragem de abrir nosso coração e gritar nossa mágoa, quão mais leves e sãos poderíamos viver!
Por que esse medo de expôr o que nos desagrada? Por que temer ferir o outro quando estamos, nós mesmos e inteiramente, sangrando? Por que a felicidade alheia, se felicidade alheia há, é mais importante que a nossa?
Grande parte dos nossos problemas, das nossas doenças até físicas, são falta de comunicação. Por que não dizemos, não passamos ao outro o que sentimos, não falamos do sentimento de injustiça que sentimos e do quanto isso nos abala.
Falar é importante. No bom momento, claro, que com sabedoria deve ser escolhido, mas é muito importante. O que não dizemos, o outro não é obrigado a adivinhar e isso nunca podemos cobrar.
Os nós não resolvidos atam nossa vida a um certo momento. Não crescemos como convém e mesmo nosso riso é sempre manchado por uma pinta de tristeza que traduz nosso olhar.
Quando sentiu que tinha que se revoltar no Templo, Jesus se revoltou, nenhuma palavra poupou; quando a dor e tristeza foram grandes demais no seu seio, Ele chorou; quando o cálice tornou-se por demais amargo, falou com o Pai...
A liberdade só nos chega quando liberamos nosso ser, quando oferecemos ao outro o direito de ouvir, perdoamos o que deve ser perdoado e aceitamos o que deve ser aceitado.
Se criamos a coragem de desatar, devagar, certo, mas desatar, um a um os laços que nos incomodam, liberamos uma a uma as ansiedades, os males que nos doem física e psicologicamente.
Nessas horas nosso coração bate de maneira diferente, respiramos mais ar puro e nossos olhos se abrem para novos horizontes. Só um pequeno passo, um muito de coragem e uma nova vida pode começar.
Via Fórum Espírita
Quando queremos que alguma coisa fique ancorada à nossa vida, fazemos de tudo para mantê-la presa à nós. Criamos laços e os apertamos com todo nosso coração.
Os nós fazem parte de nós.
Infelizmente, nem tudo o que se apega a nós é bom e útil. Se prezamos ter laços afetivos e pedaços de memórias agarradas definitivamente à nossa pele, há aqueles nós que se apegam sem que nossa permissão seja pedida e sem que tenhamos forças para desatá-los. Esses nos acompanham e nos adoecem.
Viver com nós na garganta, que não descem e nem saem, nos deixa deficientes. Avançamos em algumas outras coisas, mas o não resolvido fica, como um espinho na carne.
Aquilo que não conseguimos engolir é o perdão que não conseguimos oferecer, é o esclarecimento que nunca nos foi dado, são os porquês nunca respondidos.
A gente caminha, mas sente que algo ficou pra trás e muitas das dores de garganta que não conseguimos curar são emoções presas das quais não soubemos nos livrar. O que fica atravessado diante de nós é o peso que carregamos por vezes por anos e anos.
O dia bendito em que conseguimos colocar em palavras e lágrimas aquilo que nos ofendeu, entrou em nós e ficou, o sol desponta no horizonte como se fosse seu primeiro dia.
Ah, Deus, se tivéssemos sempre a coragem de abrir nosso coração e gritar nossa mágoa, quão mais leves e sãos poderíamos viver!
Por que esse medo de expôr o que nos desagrada? Por que temer ferir o outro quando estamos, nós mesmos e inteiramente, sangrando? Por que a felicidade alheia, se felicidade alheia há, é mais importante que a nossa?
Grande parte dos nossos problemas, das nossas doenças até físicas, são falta de comunicação. Por que não dizemos, não passamos ao outro o que sentimos, não falamos do sentimento de injustiça que sentimos e do quanto isso nos abala.
Falar é importante. No bom momento, claro, que com sabedoria deve ser escolhido, mas é muito importante. O que não dizemos, o outro não é obrigado a adivinhar e isso nunca podemos cobrar.
Os nós não resolvidos atam nossa vida a um certo momento. Não crescemos como convém e mesmo nosso riso é sempre manchado por uma pinta de tristeza que traduz nosso olhar.
Quando sentiu que tinha que se revoltar no Templo, Jesus se revoltou, nenhuma palavra poupou; quando a dor e tristeza foram grandes demais no seu seio, Ele chorou; quando o cálice tornou-se por demais amargo, falou com o Pai...
A liberdade só nos chega quando liberamos nosso ser, quando oferecemos ao outro o direito de ouvir, perdoamos o que deve ser perdoado e aceitamos o que deve ser aceitado.
Se criamos a coragem de desatar, devagar, certo, mas desatar, um a um os laços que nos incomodam, liberamos uma a uma as ansiedades, os males que nos doem física e psicologicamente.
Nessas horas nosso coração bate de maneira diferente, respiramos mais ar puro e nossos olhos se abrem para novos horizontes. Só um pequeno passo, um muito de coragem e uma nova vida pode começar.
Via Fórum Espírita
OAB EM XEQUE!
Postado no "Blog do Barata"
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
OAB – Votação da oposição supera a de Jarbas
Com uma abstenção de um terço dos
eleitores aptos ao exercício do voto, Jarbas Vasconcelos do Carmo, candidato a
reeleição pela chapa OAB
por Você, obteve um segundo mandato como
presidente da OAB/PA, a Ordem dos Advogados do Brasil do Pará, com 2.492 votos.
Ex-presidente da OAB/PA, apoiada pelo também ex-presidente Sérgio Couto, Avelina
Hesketh, da chapa Pela Honra, pela
Ordem, ficou em segundo lugar, com 2.330 votos. Eduardo Klautau, o Duda
Klautau, da chapa OAB+, somou 1.106
votos. Foram computados 25 votos em branco e 97 votos nulos.
Embora nominalmente tenha sido o mais votado, em uma aparente supremacia
que seus adversários atribuem ao abuso do poder econômico e a outras manobras
escusas, Jarbas Vasconcelos do Carmo se mantém no comando da OAB, mas permanece
politicamente fragilizado. Como provável reflexo de ver esfarinhada sua
credibilidade, diante das falcatruas que determinaram a intervenção na seccional
do Pará - por decisão do Conselho Federal da OAB, por 22 votos a quatro, em um
episódio sem precedentes na história da Ordem dos Advogados do Brasil -,
somados, os dois candidatos de oposição, que disputaram o mesmo segmento do
eleitorado, obtiveram 3.436 votos, superando a votação de Jarbas Vasconcelos do
Carmo, que foi de 2.492 votos.
OAB – Apesar dos antecedentes, Jarbas é reeleito
Quando a apuração dos votos já chega a última do total de 30 urnas,
apesar dos seus antecedentes nada edificantes, Jarbas Vasconcelos do Carmo está
virtualmente reeleito presidente da OAB/PA, a Ordem dos Advogados do Brasil do
Pará.
A informação é de fonte da própria OAB/PA, que acompanha a contagem dos
votos.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
OAB – Avelina lidera e Duda denuncia “circo”
Apuradas sete de um total de 30 urnas,
Avelina Hesketh, da chapa Pela
Honra, pela Ordem,
lidera a apuração da eleição do novo presidente da OAB/PA, a Ordem dos Advogados
do Brasil do Pará, com algo em torno de 327 votos, seguida por Jarbas
Vasconcelos do Carmo, candidato à reeleição, e Eduardo Klautau, o Duda Klautau,
com aproximadamente 295 e 130 votos, respectivamente. O Tribunal Regional de
Brasília manteve a eleição para esta quarta-feira, 21, ao cassar a liminar do
juiz
Bruno Teixeira de Castro, da 5ª Vara Federal, suspendendo por pelo menos 72
horas o pleito, diante dos indícios de que ocorreu
pagamento de anuidades fora do prazo legal previsto pelo estatuto eleitoral,
segundo recurso da chapa de Avelina Hesketh, ex-presidente da
OAB/PA.
A manutenção da eleição nesta
quarta-feira, permanecendo pendentes pedidos de impugnação, na contramão do
estatuto eleitoral, provocou um enérgico protesto de Duda Klautau, candidato a
presidente pela chapa OAB+, que
definiu a realização do pleito, nessas circunstâncias, como “um circo”. “Votei
em respeito aos eleitores”, desabafou Klautau, cuja campanha foi pontuada por
denúncias de golpismo de Jarbas Vasconcelos do Carmo, atual presidente e que
postula a reeleição, pela chapa OAB
por Você.
Militante histórico do PT e amigo íntimo
da ex-governadora petista Ana Júlia Carepa, Jarbas Vasconcelos do Carmo
protagonizou uma administração marcada por denúncias de corrupção e
aparelhamento. Os indícios de falcatrua em uma nebulosa transação imobiliária,
envolvendo um terreno doado à OAB pela Prefeitura de Altamira, em negociata que
acabou abortada, provocou a intervenção na seccional do Pará, por decisão do
Conselho Fedral da OAB, por 22 votos a quatro. A
crise de credibilidade na qual submergiu Jarbas Vasconcelos do Carmo levou 23,
dos 34 conselheiros, a se licenciarem, nesse elenco figurando três dos cinco
diretores.
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